Agrupamento de Escolas de Gondifelos

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O Agrupamento de Escolas de Gondifelos distribui-se por três freguesias (Gondifelos, Cavalões e Outiz) do concelho de Vila Nova de Famalicão.
 
Inserido no distrito de Braga, o concelho de Vila Nova de Famalicão integra a sub-região estatística do Vale do Ave, constituída pelos municípios do sul do distrito. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos.
A sede do concelho, Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade, com cerca de 27 900 habitantes, tendo o município cerca 135 000 habitantes (2009), dispersos por uma área de 201,85 km², subdividida em 49 freguesias.
 
“Vila Nova de Famalicão nasceu para a história em 1 de julho de 1205, com o Foral de D. Sancho I. Alguns historiadores referem que a povoação hoje denominada Vila Nova de Famalicão já era, nos alvores da nacionalidade portuguesa, sede administrativa e judicial da Terra de Vermoim.
Uma terra com uma rica e variada tradição cultural que remonta aos tempos pré-históricos, a comunidade famalicense tem-se afirmado com uma personalidade própria e bem definida. 
Os castros no cimo dos montes, as pontes que abraçam as margens dos rios, as igrejas que refletem espiritualidade, a nobreza das casas solarengas, os usos e os costumes do amanho da terra, a riqueza do artesanato e da gastronomia são um testemunho vivo de uma comunidade que constrói o futuro a cada momento.
Com uma localização privilegiada no noroeste português, entre o Porto e a Galiza (Espanha), o Município de Vila Nova de Famalicão é servido por um cruzamento de autoestradas – A3 (Porto-Vigo) e A7 (Guimarães-Póvoa de Varzim) – e por um serviço de transportes ferroviários de vanguarda, com ligações diretas a Braga, Guimarães, Porto, Vigo, Coimbra, Lisboa e Algarve.
Daí a força da sua indústria diversificada e a dinâmica sócio-económica característica do Município. Vila Nova de Famalicão acolhe a sede das maiores e melhores empresas do país em vários setores da indústria: no têxtil, nos pneus, no vestuário, no setor alimentar, na construção de obras públicas...
Terra do escritor Camilo Castelo Branco, Vila Nova de Famalicão é um concelho a conhecer. 
Nomeadamente o dinamismo das suas associações desportivas, a sua oferta cultural multifacetada, que tem o seu máximo expoente na Casa das Artes, o seu Turismo rural e religioso, as suas festas e romarias, os seus restaurantes, o seu património cultural e industrial...”
 
Gondifelos, Cavalões e Outiz ocupam a  zona geográfica periférica do lado oeste do concelho de Vila Nova de Famalicão, com caraterísticas profundamente rurais e onde a indústria é residual e na generalidade das situações de pequena ou média dimensão, sem qualquer infra-estrutura cultural relevante e apenas com algumas estruturas desportivas disponíveis.
O território é atravessado pela estrada nacional nº 206, que liga Famalicão à Póvoa de Varzim, embora o transporte público para a sede do concelho esteja reduzido a um serviço de carreira com horários muito espaçados. É ainda de destacar que é atravessado também pela ciclovia (que ocupa o lugar da antiga via férrea de Famalicão – Póvoa de Varzim) e pelo rio Este, afluente do rio Ave. 
 
 
Os cerca de 5000 habitantes distribuem-se por núcleos familiares com 1 ou 2 filhos ou sem filhos, de forma equitativa, dos quais cerca de 10% são monoparentais. 50% da população é ativa e apresenta uma taxa de desemprego (sentido lato) por volta de 3%. Apenas cerca de 25% da população possui pelo menos a escolaridade obrigatória.
 
Embora os dados da tabela anterior, estejam já muito desatualizados (dizem respeito na sua maioria a 2001), não deixam de ser um indicador importante para o trabalho do Agrupamento e permitirão fazer uma análise comparativa evolutiva com os dados a publicar brevemente pelo INE, resultantes dos censos nacionais de 2011.

 Um pouco de história

06-11-2019 


A sentir Sophia
de Mello Breyner Andresen

Hoje,
faz 100 anos que nasceu
esta alma
tão famosa
inovadora
e criadora.

Durante a sua vida
muito escreveu
muito fez
e muito recebeu.

Por causas lutou
com força e garra
sem medo
de ir em frente
sem medo
de enfrentar
os desafios
que lhe apareciam
continuamente.

Quando Sophia morreu
deixou-nos uma luz!
Luz de mudança
que nos acende o coração
de esperança...


Andreia Cruz; Nº4; 8º3

O que fazer?! 

Celebrando o Dia Internacional para a Redução das Catástrofes o AEG aderiu ao exercício "A Terra Treme". Todos devemos ter consciência do perigo e saber o que fazer nestas situações. Clique na imagem abaixo para ver os conselhos do "Tinoni".

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