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Em Cidadania e Desenvolvimento e no âmbito do tema “Instituições e Participação Democrática”, os alunos do 6º3 deram asas à sua criatividade e imaginação e, vestindo a pele de “Primeiros Ministros”, deram voz às suas ideias de Governação Democrática.

Elaboraram Programas de Governo, em praticamente todas as áreas de Governação, desde a Educação, Saúde, Justiça, Ambiente, Economia, Obras Públicas e outras, levando a debate algumas das ideias mais polémicas, para os quais foram convidados(as) especialistas nos temas em debate.
A professora de História e Geografia de Portugal, Sandra Rocha e a Educadora Social, Diana Silva, participaram no debate da “Proposta de Lei” “Aplicação da Pena de Morte para Pedófilos”, ideia esta contida num dos “Programas de Governo” apresentado por um dos “Grupos Parlamentares”. Neste debate, a professora Sandra Rocha fez o enquadramento histórico da pena de morte em Portugal, referindo que fomos um dos primeiros países europeus a abolir a pena de morte, enquanto a Educadora Social, Diana Silva, procurou despertar consciências e enquadrar o tema nos Direitos Humanos.
Os alunos defenderam as suas ideias, colocaram várias questões pertinentes, tornando o debate muito participativo e interessante, na medida em que os próprios foram refutando a legalidade e legitimidade desta medida.
Para o segundo debate, cujo tema era a “Redução das Pescas”, ideia contida num outro “Programa de Governo”, apresentado por outro “Grupo Parlamentar”, foi convidada a professora Ana Carreira, professora de Físico-química e responsável pelo projeto ECO-ESCOLAS.
Durante o debate, e perante a insistência de alguns alunos em questionar a eficácia desta medida, a professora Ana Carreira explicou a importância das dimensões das malhas das redes de pesca para a sobrevivência e crescimento das espécies afetadas, como por exemplo, a sardinha e o biqueirão, bem como outras medidas muito importantes como a redução da quantidade de plásticos utilizados, que atualmente poluem os oceanos. Questionou também, os alunos, sobre os grupos económicos ligados às pescas e as alternativas que os pescadores poderiam ter de forma a não terem prejuízos económicos, quando são afetados por estas medidas.
O último tema levado a debate, “Encerramento de Escolas de Pequenas Dimensões”, teve a presença do Diretor, Dr. Jones Maciel, que, mais do que ninguém, tem sentido este problema dadas as dimensões do nosso Agrupamento e a redução do número de alunos que de ano para ano se tem verificado ao nível dos Jardins de Infância e no 1º ciclo. Foram debatidas as vantagens e desvantagens, em termos sociais e económicos, do encerramento de escolas de pequenas dimensões, nomeadamente no que aconteceria aos alunos, professores e funcionários deslocados para outras escolas, perda de empregos, sobrelotação e aumento do número de alunos por turma nas escolas que receberiam os alunos, as vantagens da proximidade e familiaridade e da maior capacidade de resposta a dificuldades dos alunos em escolas de menor dimensão e, por outro lado, a possibilidade de os alunos poderem ter outras condições numa escola de maiores dimensões e a redução de custos que se verificaria com o encerramento de escolas.
Por fim, os alunos simulando estarem na Assembleia da República e no papel de deputados, votaram as “Propostas de Lei”, tendo resultado na aprovação de todas, com exceção e consequente chumbo das “Propostas de Lei” relativas à “Pena de Morte para Pedófilos” e do “Encerramento de Escolas de Pequenas Dimensões”.
Os alunos terminaram a sua aprendizagem de participação democrática, votando após análise e debate dos vários “Programas de Governo” no candidato para “Primeiro Ministro”, líder de cada “Grupo Parlamentar”. Assim, e desta vez como cidadãos responsáveis e participativos, munidos de cartão de cidadão, simularam, com todo o rigor, o ato eleitoral, votando, após confirmação do seu nome, nos “cadernos eleitorais” e de lhes ser entregue o “Boletim de Voto”, onde constava o nome dos quatro candidatos a Primeiro Ministro.
O resultado eleitoral obtido, refletiu a dispersão de votos pelos quatro candidatos, não tendo nenhum deles conseguido uma maioria absoluta que lhes permita "governar sozinhos", pelo que terão que encontrar consensos junto da maioria dos “Grupos Parlamentares”, para aprovar qualquer “Proposta de Lei”.

A DT
Prof. Cristina Nicolau

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