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ConferênciaCidadania Jun2019"A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência que não sabe. O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos." (Augusto Cury)

Nos dias 27 e 28 de junho de 2019, convidámos todos e todas com interesse e responsabilidades em Educação a terem a coragem de assumir que há muitas coisas que não sabemos e a procurar novos saberes para escrever a nossa história e a história dos nossos alunos e alunas participando na Conferência "A emergência de novos paradigmas da Educação em Cidadania", que decorreu na CESPU.
A conferência enquadrou-se no projeto internacional "School of Active Citizens" liderado pela associação YUPI em parceria com o Agrupamento de Escolas de Gondifelos e 6 parceiros de escolas e organizações não governamentais da Roménia, Eslováquia e Polónia, apoiado pelo Programa Erasmus + Educação e Formação, que visa a complementaridade da educação não formal e formal para uma educação mais ativa, participativa e democrática nas escolas, focado na educação para os direitos humanos, na educação para a igualdade de género e a educação para uma cidadania democrática (em linha com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania).
No dia 27 de junho foram apresentados diferentes projetos implementados em contexto escolar como programas de educação para os Direitos Humanos (“Eu participo!” para 1º ciclo em Palmela, “Escolas Amigas dos Direitos Humanos” pela Amnistia, “Compass – um manual de ferramentas para a escola” pela Dínamo e Amnistia e foi lançado o programa de educação para os direitos humanos pela YUPI para alunos de 3º ciclo e que está agora acessível a todas as escolas como resultado do projeto internacional). Sobre a educação para a Igualdade de Género, pudemos apreciar o que a associação Plano i realiza em contexto de escola para prevenção de violência de género e no namoro em escolas de Matosinhos num programa com chancela da Secretaria de Estado da Igualdade; o projeto “Jovens impulsionador@s” que mobiliza jovens de Setúbal e Palmela para serem educadores de outros jovens; e o Guia da Escola Amiga da Igualdade de Género, um dos resultados do projeto, foi apresentado e distribuído por todos os presentes para que possam refletir e agir para uma escola mais igualitária. O último painel dirigiu-se ao tema educação para a Cidadania Democrática e contou com a partilha da prática de Orçamentos Participativos Escolares pela Câmara de Cascais e Produções Fixe, a Escala de Referência para Escolas Democráticas pela Cooperativa Ecos e o “Guia para a Governança em contexto escolar”, mais um produto do projeto e que agora está disponível em português com autoria da YUPI.
A seguir aos painéis de oradores decorreram oficinas que permitiram uma maior exploração dos temas mas também da reflexão sobre a pertinência deste trabalho em contexto escolar, integrado na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania lançada pelo Ministério da Educação,  a análise das múltiplas possibilidades de articulação da escola com o meio envolvente, no sentido de dar resposta a uma educação mais ficaz e eficiente.
Na noite de dia 27 de junho o convite à reflexão foi realizado por Nuno da Silva, um “economista recuperado” e educador ativista, que sob o tema “As novas ecologias do saber num mundo em transição” abordou a Educação numa perspetiva humanista e apelou a uma necessária alteração de mentalidades entre o Ego e o Eco para uma convivência mais plena e sustentável. Esta conferência foi realizada numa articulação com a Câmara Municipal, Associação Famalicão em Transição, FECAPAF e Centro de Formação no âmbito dos Ciclos de Conferência em Educação.
O dia 28 de junho foi marcado pela partilha de professor@s sobre projetos educativos de inovação pedagógica desde o Jardim de Infância ao 3º ciclo, num efetivo trabalho colaborativo e aprendizagem significativa. A Escola Básica da Várzea de Sintra, o Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha e o projeto Limites Invisíveis apresentaram os seus projetos e em formato de oficina foi possível compreender ferramentas para implementar mudanças no sistema educativo.
A Conferência terminou em grande com a palestra e oficina vivencial pelo Professor José Pacheco, o fundador da Escola da Ponte e que atualmente acompanha no Brasil e Portugal uma nova rede de comunidades de aprendizagem, capacitando e orientando os professores e professoras que queiram garantir que “escolas são pessoas” e que a educação é um direito a que todas as crianças e jovens devem ter acesso em pleno, assente numa lógica de diferenciação pedagógica e autonomia, que permita a formação de crianças e jovens com espírito crítico e atentos ao mundo ao seu redor, capazes de ser interventivos e ouvidos na sociedade.

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