Agrupamento de Escolas de Gondifelos

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aIXFórumAEGNo dia 22 de maio, decorreu no Agrupamento de Escolas de Gondifelos a 9.ª edição do Fórum de Reflexão e Partilha AEG, subordinado à temática “Trabalho Colaborativo para Voar Mais Alto”.

Sendo o “Dia dos Abraços”, os participantes foram acolhidos por um grupo de alunos da turma 7º1, que distribuíram abraços de afeto e simpatia, concretizando mais uma atividade do seu projeto de turma “Atos de Bondade”.
Na sessão de abertura, o Diretor, Dr. Jones Maciel, deu as boas-vindas e destacou a importância do trabalho colaborativo como meio para se encontrarem os caminhos necessários às mudanças que a escola portuguesa necessita de implementar para dar uma resposta mais assertiva à formação dos nossos alunos, em função do perfil esperado à saída da escolaridade obrigatória.
O Vereador da Educação, Dr. Leonel Rocha destacou a importância da proximidade entre os diferentes elementos da comunidade escolar e em particular entre professores e alunos, tal como manifestaram os alunos, que distribuíam com emoção os abraços grátis, na construção deste perfil.
No 1.º painel, moderado pela Dra. Carla Castelo Branco, foi dada voz aos especialistas convidados. Primeiramente, a Doutora Margarida Barbosa fez uma comunicação sob o título ”O novo enquadramento curricular e o trabalho colaborativo docente”, distinguindo, no âmbito da cultura escolar, as escolas individualistas das escolas colaborativas, com melhores resultados escolares; as escolas imobilizadas das mobilizadas, com trabalho em equipa e aprendizagem enriquecida. De acordo com a reflexão da Doutora Margarida Barbosa, a cultura colaborativa implica trabalho em conjunto, empenhamento por parte de todos, aperfeiçoamento coletivo, liderança subtil e uma aposta na relação com os pais e a comunidade. O decreto-lei n.º 55/2018 reforça as vantagens do trabalho colaborativo e interdisciplinar, através do intercâmbio de saberes e de experiências.
Por sua vez, o Dr. Mário Rocha, na sua apresentação intitulada “Organizando o trabalho colaborativo docente”, afirmou que, enquanto sonhador, abraçou no Agrupamento de Escolas que dirige grandes desafios no combate ao insucesso e abandono escolar. Na construção de um projeto de flexibilidade curricular e de inclusão, o trabalho colaborativo docente surgiu como um imperativo. Nas suas palavras, só se consegue “sustentar a necessidade”, se o trabalho residir numa lógica de colaboração com “lideranças transformadoras”. A aprendizagem não se desenvolve apenas na sala de aula, mas em diferentes ambientes colaborativos.
Ainda neste painel, a Doutora Sónia Moreira na sua comunicação “Aprendizagem Cooperativa: uma metodologia transformadora da escola e seus profissionais” abordou esta metodologia educativa ativa, onde os alunos trabalham em pequenos grupos heterogéneos, de acordo com as suas necessidades. Interdependência positiva, interação face-a-face, competências interpessoais e sociais, avaliação do grupo e responsabilidade individual são as características deste modelo de aprendizagem. No paradigma de Educação Humanista, a aprendizagem cooperativa assume um papel de relevância e promove a educação inclusiva.

Apresentou o “Projeto Coopera”, uma prática pedagógica geradora de diferentes competências por parte dos alunos e desenvolvimento profissional dos docentes.
No 2.º painel, sob a moderação da Dra. Arminda Barroso, como exemplo da partilha que vem sendo realizada no seio das reuniões de Departamento, foram apresentadas três estratégias fomentadoras da aprendizagem e da melhoria dos resultados escolares, em experimentação no Agrupamento de Escolas de Gondifelos.

A Dra. Diana Silva, educadora social, explicou a dinâmica instituída na “Tutoria de Pares”, mais uma das respostas educativas que ocorre na “Sala mais” e que motiva os alunos para a aprendizagem e resolução de problemas. Os tutores Afonso Ribeiro e Márcia Oliveira testemunharam o trabalho desenvolvido, reconhecendo a sua importância, pois não só relembram matérias estudadas como partilham metodologias de estudo e, principalmente, motivam os colegas para nunca desistirem perante dificuldades.
Seguidamente, o Dr. Carlos Oliveira, professor de Português, apresentou uma metodologia aplicada nas aulas de apoio da disciplina, a que chamou “Aprender fazendo/aprender jogando”. Referiu exemplos de várias estratégias que envolvem ativamente os alunos na sua aprendizagem. Proximidade, motivação, ação e valorização são as palavras-chave desta metodologia. O testemunho do aluno Paulo Santos não deixou nenhum dos presentes indiferente, demonstrando o sucesso alcançado. O “rap”, que cantou, foi um exemplo de como se aprende a fazer, numa vertente lúdico-didática e criativa.
Posteriormente, a Dra. Sandra Rocha, professora de História, fez uma comunicação sobre o “Trabalho de grupo e autoaprendizagem”, onde destacou o facto dos alunos se tornarem agentes da sua própria aprendizagem, pesquisando sobre conteúdos históricos e apresentando-os à turma de forma criativa e apelativa, ao mesmo tempo que desenvolvem competências de comunicação. As alunas Andreia Silva e Tatiana Pereira demonstraram esta estratégia que mereceu a atenção de todos.
No encerramento deste evento, a Dra. Sofia Fernandes, Vereadora da Família, felicitou pelo sucesso desta iniciativa, que também representa o espírito de partilha e de proximidade que se vivencia, no que denominou de “Grande Família” do Agrupamento de Escolas de Gondifelos.
Por último, a Presidente do Conselho Geral, Dra. Conceição Pereira, dirigiu umas palavras finais, destacando o valor e a relevância das partilhas e reflexões efetuadas. Considerou que o professor, na escola atual, não pode exercer o seu papel de modo solitário, apenas circunscrito à sala de aula. É num ambiente de colaboração e partilha, como o que se verificou neste Fórum, que as escolas enquanto comunidades de aprendentes evoluem, delineando novos caminhos, novas dinâmicas de trabalho, novas formas de implementar a mudança e a inovação e, sempre, num clima de respeito pela diferença e olhar dos outros. O trabalho colaborativo é estratégia imprescindível para a resolução de problemas e adoção de práticas promotoras do sucesso educativo e pessoal dos alunos. Concluiu, congratulando a Direção e todos os envolvidos na organização deste evento, que constitui uma excelente prática do Agrupamento.

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