Agrupamento de Escolas de Gondifelos

Informações

Ferramentas

Blogs

Galeria Fotos

Contratação

Votos do utilizador: 0 / 5

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Uma locomotiva do século XIX, chamada The General, atravessou o horizonte de Gondifelos e deixou um rasto de boa disposição e de nostalgia.

Sexta-feira, 26 de maio, aconteceu mais uma sessão de “Educar com Cinema”. Devido às condições climatéricas, a sessão não pôde realizar-se ao ar livre e o auditório da escola sede voltou a ser o palco de mais uma noitada de cinema. Desta vez, o Cineclube de Joane, parceiro do AEG, propôs o filme The General (Pamplinas Maquinista, EUA, 1927, 75 minutos) dos realizadores Buster Keaton e Clyde Bruckman.

Johnnie Gray, maquinista de uma locomotiva batizada The General tem dois amores: a locomotiva e a noiva, Annabelle Lee. Quando a Guerra da Secessão rebenta em 1861, o Exército recusa-o, achando-o mais útil à causa sulista como maquinista do que como soldado. Depois de várias aventuras de ajuda na causa da guerra, Johnnie é recompensado: pode integrar o Exército, reconciliando-se assim com os seus dois amores. Piadas, ação e emoção sucederam-se ao ritmo da música especialmente composta por Joe Hisaishi.
Rui Leitão, dirigente da Associação Cultural Fértil, convidado especial desta última sessão, comentou o filme na companhia de Vítor Ribeiro, do Cineclube de Joane. De entre as várias observações e análises, destacaram a corrida desenfreada onde, quase sempre em comboios em movimento, Keaton, com o seu habitual rosto inexpressivo, consegue fazer-nos rir com as soluções encontradas, a capacidade de improviso perante o mais delicado dos problemas e o seu conhecido malabarismo físico (muitas vezes em situações perigosíssimas, e sempre sem usar duplos). Os cenários, o número elevado de figurantes e o ritmo frenético das ações (Keaton e o comboio quase parecem duas partes de um mesmo corpo) foram muito apreciados para um filme que conta com 90 anos de existência.
O diálogo continuou, como de costume, à volta de uma chávena e de algo doce. As pipocas deliciosas também estiveram presentes, não durante o filme, para não perturbar, mas no fim, entre conversas.
A equipa da BE e Direção da escola irão agora refletir sobre esta rubrica do projeto Educar com Cinema e os moldes em que funcionou e definir a sua continuidade no próximo ano letivo.
A BE agradece a todos quantos tornaram possível a concretização destas sessões.

Scroll to top