Agrupamento de Escolas de Gondifelos

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Simulacro jan2020A campainha não toca habitualmente na EBI de Gondifelos, pelo que os três toques do sinal de evacuação de emergência são bem identificados pela comunidade.

Assim, quando na manhã de segunda-feira, dia 20 de janeiro, a campainha tocou três vezes, algum tempo depois do alarme de incêndio ter tocado também, todos os elementos da escola procuraram seguir as regras e percursos estabelecidos, prioritários ou alternativos, para sair rapidamente em direção ao ponto de encontro, no campo de jogos.
Entretanto já os funcionários do piso inferior tinham acionado a 1ª linha de intervenção do plano de medidas de autoproteção, utilizando a mangueira de incêndio local e os extintores, tentando debelar o início do “fogo”, surgido no gabinete de apoio à rede informática, mas, face à impossibilidade de o controlarem, tinham dado continuidade ao plano definido e haviam sido chamados ao local os Bombeiros Voluntários Famalicenses e a Guarda Nacional Republicana, avisados que se tratava de uma situação simulada.
No curto espaço de quatro minutos a escola ficou vazia e todos os utentes, incluindo alguns pais que se encontravam na escola a tratar de assuntos dos seus educandos, ouviam o enquadramento da atividade que o Diretor do Agrupamento fazia, no campo de jogos, lembrando que esta atividade é de caráter obrigatório e pretende relembrar à comunidade a serenidade e concentração necessária para evitar males maiores em caso de perigo real.
Feita a chamada, verificou-se que faltavam duas alunas e uma assistente operacional, facto que foi comunicado pelo delegado de segurança aos bombeiros que acabavam de chegar, com um carro de incêndio e uma ambulância, localizando e caraterizando também o problema em curso.
Os alunos tinham sido autorizados a concentrarem-se no local do incidente, de modo a poderem apreciar as operações do simulacro e o seu posicionamento era circunscrito pelos agentes da GNR presentes.
Os bombeiros estendiam as mangueiras, colocavam máscaras e botijas às costas, por cima dos já pesados fatos de proteção e aventuravam-se para dentro da nuvem de "fumo" que saía pela porta do piso inferior. Em breve localizaram a funcionária e as alunas que tinham ficado retidas. A primeira sem problemas e as segundas, com algumas dificuldades respiratórias, foram encaminhadas para a ambulância, onde receberam assistência e recuperaram prontamente.
Passados alguns minutos, a situação estava controlada e o subcomandante Rui Costa explicava à comunidade a importância destes exercícios para que todos lembrem que num edifício público devemos estar sempre atentos à sinalética de emergência e para que os responsáveis pela primeira intervenção saibam o que fazer para procurar controlar de imediato um problema que surja, enquanto ele não assume proporções maiores.
Finda esta explicação o Diretor deu por finalizado o exercício e todos retomaram a atividade normal, mais conscientes do papel que cada um deve ter em situação de emergência.

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