Agrupamento de Escolas de Gondifelos

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O índice de massa corporal (IMC) é uma das medidas usadas para calcular se um individuo está ou não no peso ideal e a sua determinação passa pelo cálculo da divisão da massa (peso) do indivíduo pelo quadrado de sua altura [IMC = massa / (altura x altura)].


Esta fórmula tradicional do cálculo do IMC foi desenvolvida pelo estatístico belga Lambert Adolphe Jacques Quételet em 1835 e adotada em 1997 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como referência de medida para a obesidade. De facto este processo é rápido e fácil de se efetuar, tendo cada pessoa a possibilidade de avaliar o seu nível de gordura sem recorrer a aparelhos específicos.

Atualmente pesquisadores da Universidade de Oxford criaram um novo método de cálculo do IMC, em que pessoas mais baixas podem ser consideradas mais gordas e pessoas mais altas podem estar no peso ideal comparando com o diagnóstico tradicional. A fórmula mais recente foi criada pelo pesquisador Nick Trefethen e consiste na multiplicação do peso por 1,3 e na divisão desse resultado pela altura elevada à potência de 2,5. Assim é mais complicado de calcular mas desenvolveram-se calculadores online e podemos ver a diferença entre o cálculo recente e o tradicional.
No nosso Agrupamento foi calculado, segundo o método tradicional, o IMC dos alunos do 2º e 3º ciclos e os resultados são vistos como preocupantes, em particular os do 2º ciclo. Neste ciclo verificou-se que 10% estão com o peso abaixo do ideal, 5% estão obesos, 43% dos alunos têm excesso de peso e só 42% dos alunos estão no peso ideal. Deduz-se que este panorama deve-se a comportamentos e a estilos de vida considerados pouco sadios, tais como ingestão elevada de açucarar simples, gorduras e sal, o consumo decrescente de cereais completos e de produtos hortofrutícolas. Acresce ainda os níveis reduzidos de atividade física e uma maior adesão de atividades lúdicas mais sedentárias. Tudo isto contribui para o aumento de doenças como a obesidade, diabetes tipoII, doenças cardiovasculares, entre outras.
No terceiro ciclo verificou-se que 19% dos alunos têm excesso de peso, só 53% estão no peso ideal, 13% estão obesos e 16% estão abaixo do peso. Estes resultados, à partida, são satisfatórios, no entanto podem ocultar algumas situações inquietantes, dado haver evidências de que alguns alunos para não engordar, saltam várias refeições, outros podem ir ao extremo, tentam uma menor ingestão de alimentos possível, o que pode provocar maior cansaço e prejudicar a atenção e a concentração.
Consideramos que a população escolar analisada ainda não tem verdadeiramente a noção da importância de uma alimentação saudável aliada à prática da atividade física, principalmente os alunos do sexo feminino. Contudo está ciente das implicações do excesso do peso ou do seu inverso mas não tanto associado, a nível de saúde, mas sim a nível estético, uma vez que o ser magro é bonito e está na moda. Assim é premente prevenir e sensibilizar a comunidade escolar para que a alimentação saudável se torne um hábito, pois desta forma promove o aumento da qualidade de vida.

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