Agrupamento de Escolas de Gondifelos

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O artigo 20º do Decreto-Lei 75/2008, de 22 de abril, com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, determina que:

"1 — Compete ao diretor submeter à aprovação do conselho geral o projeto educativo elaborado pelo conselho pedagógico.
2 — Ouvido o conselho pedagógico, compete também ao diretor:
a) Elaborar e submeter à aprovação do conselho geral:
i) As alterações ao regulamento interno;
ii) Os planos anual e plurianual de atividades;
iii) O relatório anual de atividades;
iv) As propostas de celebração de contratos de autonomia;
b) Aprovar o plano de formação e de atualização do pessoal docente e não docente, ouvido também, no último caso, o município.
3 — No ato de apresentação ao conselho geral, o diretor faz acompanhar os documentos referidos na alínea a) do número anterior dos pareceres do conselho pedagógico.
4 — Sem prejuízo das competências que lhe sejam cometidas por lei ou regulamento interno, no plano da gestão pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial, compete ao diretor, em especial:
a) Definir o regime de funcionamento do agrupamento de escolas ou escola não agrupada;
b) Elaborar o projeto de orçamento, em conformidade com as linhas orientadoras definidas pelo conselho geral;
c) Superintender na constituição de turmas e na elaboração de horários;
d) Distribuir o serviço docente e não docente;
e) Designar os coordenadores de escola ou estabelecimento de educação pré -escolar;
f) Propor os candidatos ao cargo de coordenador de departamento curricular nos termos definidos no n.º 5 do artigo 43.º e designar os diretores de turma;
g) Planear e assegurar a execução das atividades no domínio da ação social escolar, em conformidade com as linhas orientadoras definidas pelo conselho geral;
h) Gerir as instalações, espaços e equipamentos, bem como os outros recursos educativos;
i) Estabelecer protocolos e celebrar acordos de cooperação ou de associação com outras escolas e instituições de formação, autarquias e coletividades, em conformidade
com os critérios definidos pelo conselho geral nos termos da alínea o) do n.º 1 do artigo 13.º;
j) Proceder à seleção e recrutamento do pessoal docente, nos termos dos regimes legais aplicáveis;
k) Assegurar as condições necessárias à realização da avaliação do desempenho do pessoal docente e não docente, nos termos da legislação aplicável;
l) Dirigir superiormente os serviços administrativos, técnicos e técnico -pedagógicos.
5 — Compete ainda ao diretor:
a) Representar a escola;
b) Exercer o poder hierárquico em relação ao pessoal docente e não docente;
c) Exercer o poder disciplinar em relação aos alunos nos termos da legislação aplicável;
d) Intervir nos termos da lei no processo de avaliação de desempenho do pessoal docente;
e) Proceder à avaliação de desempenho do pessoal não docente;
f) (Revogada.)
6 — O diretor exerce ainda as competências que lhe forem delegadas pela administração educativa e pela câmara municipal.
7 — O diretor pode delegar e subdelegar no subdiretor, nos adjuntos ou nos coordenadores de escola ou de estabelecimento de educação pré escolar as competências referidas nos números anteriores, com exceção da prevista da alínea d) do n.º 5.
8 — Nas suas faltas e impedimentos, o diretor é substituído pelo subdiretor."

Tertúlia em vídeo! 

A Ícaro TV já editou e disponibilizou o vídeo referente à tertúlia "Que GÉNERO de Escola temos?", que abordou a promoção da iguladade de género nas escolas e que contou com a participação da Sra. Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Dra. Rosa Monteiro.

(por favor clique aqui para ver)

Aconteceu no i-City! 

Foi uma semana em cheio
com os nossos parceiros
(Espanha, Itália, Turquia,
Roménia e Inglaterra)
Obrigado a todos quanto
colaboraram ou contribuiram
para que isto fosse possível

VÊ ABAIXO RESUMO
DAS ATIVIDADES REALIZADAS
(10 a 16 de março)

Dia 16 de março

Dia de fortes emoções,
corações apertados e
olhos nublados,
trocam-se abraços
e promessas de contactos.
As famílias acolhedoras
levam os parceiros
ao aeroporto e a
saudade já se sente no ar.

Dia 15 de março

Neste dia de encerramento,
concluiu-se a parametrização
da cidade virtual,
promoveram-se trocas
de experiências pedagógicas,
fez-se a avaliação desta
fase do projeto, preparou-se
o sarau cultural, que fechou o
dia e o trabalho em beleza.

Dia 14 de março

Manhã para preparação das
conclusões do trabalho de
urbanismo virtual e questões
para responsáveis autárquicos,
relacionadas com temática do
projeto, que foram respondidas
de tarde na Casa da Juventude
na receção da CMVNF, que
abriu 
peddy paper pela cidade.

Dia 13 de março

Visita turística ao Porto
para analisar os cuidados a ter
na organização urbana,
através de uma visita guiada
evidenciando os traços
do crescimento da cidade,
havendo tempo para uma visita
às caves do Vinho do Porto e
para um pequeno cruzeiro.

Dia 12 de março

O tempo nublado não ajudou
mas o grupo cumpriu.
A manhã foi de muito trabalho
e a tarde foi dedicada
a visitas a empresas
(de apoio social e de
processamento alimentar),
terminando com uma ida
à praia da Póvoa de Varzim.

Dia 11 de março

Foi um dia muito preenchido,
com o acolhimento,
o reconhecimento da escola,
as primeiras 
atividades
da construção 
da
cidade virtual

da visita pedestre a Gondifelos,
no fim foi a festa com um
jantar familiar de receção.

Dia 10 de março

Com grandes tribulações,
mas todos a chegar ao destino.
@s primeir@s a aterrar
foram @s italian@s,
logo seguido d@s turc@s.
De tarde chegaram
@s ingeleses/as e ao
final do dia 
@s romen@s
@s espanhóis/las.

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